quinta-feira, outubro 27, 2011

Paciência!

Rachel Hurd
Haja santa paciência para tanto controlo e coscuvilhice!! Já estou farta...

segunda-feira, outubro 24, 2011

Genuína

Kate Upton
Eu considero-me uma pessoa genuína. Sem grandes capas. E com os sentimentos à flor da pele. As minhas origens são uma terrinha ali ao pé de Fátima. Uma vila calma. A minha vida até aos 18 anos foi mais ligada ao campo, e longe da cidade. E eu lido com isto, com tudo o que tem de bom e de menos bom. Sou mais desbocada. Sou mais despachada. Mas sou eu. Mas também, sou mais desenrascada. E mais ingénua. E mais orgulhosa. Sou eu, qualidades, defeitos e pózinhos de pirlimpimpim à mistura.

Pata na poça

Naomi Watts
Eu tenho um jeitinho para pôr a pata na poça que é uma coisa parva. Tenho tanto jeito que às vezes meto uma pata, meto a outra e ainda meto o corpo todo. E depois, é lidar com as avalanches resultantes, sem saber muito bem o que fazer, o que dizer, ou para onde me virar.

Palavras que podiam ser minhas: A traição

A traição assume várias formas.
Vulgarmente referimo-nos a ela quando, num relacionamento, a outra parte se envolve com outra pessoa.
Eu diria que a traição começa nas coisas pequeninas: trair é tudo aquilo que nos faz querer esconder algo da outra pessoa. Se nos faz ponderar se estamos a agir correctamente, então é porque provavelmente não estamos.

Cada vez vejo mais que a traição não é simplesmente quando o outro decide dar uma facadinha nas costas. Aliás, a traição tem muito mais a ver com a mentira e a omissão, do que com sexo, ou não teríamos swing e relações abertas. E acho esse tipo de relação muito mais honesto do que um em que uma das partes (ou ambas) anda a saltar a cerca sem o outro saber.

As coisas nem sempre funcionam a 100%.  Só que achar-se que por discutirem a sua relação, algo está muito mal, portanto o melhor é estar caladinho - não leva ninguém muito longe. Para quê ter dores de cabeça? É realmente muito melhor deixar andar e esperar que tudo se resolva por si mesmo. Para quê chatear-se? Pois é, dá trabalho.

O ser humano é um bicho complexo e com sentimentos que nem ele entende a maior parte das vezes. A traição é apenas mais um de vários sintomas de que algo não está bem. Seja porque a pessoa não está satisfeita, precisa de algo mais na sua vida, quer ver-se desejada, é doente (sim, porque também os há), ou simplesmente porque teve a oportunidade para isso e não lhe virou costas.

Quem procura, acha sempre.Porque toda a gente tem eventualmente algo a esconder. Só que tudo mais cedo ou mais tarde se sabe, quando se passa uma vida a fingir, mentir e omitir. Invariavelmente, quem sofre é quem ama e apresenta uma devoção ingénua.
As pessoas querem ser adoradas. Mas depois de um tempo, a adoração de apenas uma pessoa parece ser pouco. O dar-se tudo já não chega.O amor daquela pessoa está ali garantido. E quando se entra nesta fase é muito difícil sair-se ileso. Ou ocorrem traições, ou a outra parte acaba por frustar-se e as coisas não resultam.

O que eu vejo é muita facilidade. Em mentir, em interagir com outras pessoas, em olhar para o próprio umbigo e não pensar nas consequências dos actos. Ora, tudo na vida tem consequências.

Diria que os traidores (no geral, eles e elas) das meias-verdades são os mais perigosos. São inteligentes e sabem que uma mentira com fundo de verdade é sempre credível. São aqueles que dizem as coisas pela metade e vão fazendo das suas na calada. Mas até esses tropeçam um dia.

Independentemente do que pensem, uma traição é sempre errada. Não existem justificações para ela.
Sentia-me sozinha/o, ela/ele não me dá o que preciso, precisava de um escape, "aconteceu", não desculpam nada. Há sempre outra solução.
Tomates para tomar uma decisão honesta é que é mais raro.

Não me canso de dizer que a malta anda a pedi-las. No fundo, não se inibem dos flirts, do levantar de ego, das mentirinhas piedosas...e quando se apercebem já estão metidos num novelo que acaba muitas vezes na cama de uma pensão rasca.

Dêem valor a quem gosta de vocês genuinamente. 
Uma pessoa honesta é cada vez mais rara e merece ser bem tratada.



My name


Diminutivo de Margaret, ou do italiano Margarita (Margarida).
Faz alusão a determinadas atitudes relacionadas com a tenacidade e com a força de vontade. É próprio de pessoas que se sacrificam ao extremo quando estão convictas de que há uma razão para isso.

Hoje apareceu-me isto no Facebook, e resolvi postar aqui. Por acaso até faz algum sentido.

quarta-feira, outubro 19, 2011

H A P P Y


Acho cá uma graça...

Diane Kruger
Virem-me dizer que "ahh e tal não me vens falar"...então olha vem me tu falar. Isto realmente.

Aos meus "queridos" vizinhos de cima

Andarem de saltos altos em casa de um lado para o outro é CHATO!
Ouvirem televisão com o som de tal forma alto, que mais parece que estão a ver televisão em minha casa é CHATO!
Terem os cães a ganir tarde e a más horas é CHATO!!

E pronto, era só isto.

Tese

Kate Moss
Neste que tem sido, um dos meses mais importantes e decisivos da minha vida tenho vivido um carrossel de emoções.
Desde a frustração quando não consigo fazer uma coisa que quero, à satisfação por finalmente ter conseguido. O stress de ver o tempo a passar e o fim ainda longe. A raiva por descobrir erros comprometedores cometidos por outros. A excitação por ser produtiva. As dúvidas das minhas próprias capacidades. O eterno agradecimento pela ajuda do MQT. O feitiozinho por ter que levar com isto de manhã, à tarde e à noite. As noites mal dormidas. As dores de cabeça. Os dias fechada em casa.

Enfim, como diria um professor meu "fazer uma tese é como parir um filho".

You make happy, so happy!!

Ainda aqui não tinha falado das lindas palavras com que fui recebida na minha caixa de email na segunda. Palavras doces, cheias de ternura e vindas directamente do fundo do coração. Adorei. Até fiquei emocionada. E com um sorriso de orelha a orelha. E esta é só mais uma das coisas, que me faz acreditar, e sentir que vale a pena. Que a vida assim é muito mais bonita e prazeirosa. Que é tão bom dar e receber.
Gosto de me sentir assim, amada.